Sou um ser mortal a fim de vida.
Penso, logo sei que morrerei,
Mas busco uma riqueza escondida:
O dinheiro, para ser rico como um rei.
Gosto de ver mulher despida,
Um pouco de tudo que é fora da lei.
Procuro sustendo além da comida,
Para comprar o carro que sempre desejei.
Tenho um espírito alheio à futilidade
E uma devoção alheia ao profano.
Ouro e prata são minha força de vontade,
Todos sabem que sou um ser mundano.
Troco o que foi verde pela cidade
E comemoro, ano a ano,
O aniversário da minha maldade.
Todos sabem que sou o ser humano.
Nenhum comentário:
Postar um comentário