O que há comigo, que não me deixa dormir?
Uma sensação que me leva a paz embora,
Não pode ser paixão que me venha à tona agora.
Isso não é amigo, isso tem que se esvair.
Que faço eu, então,
Para tirar esse sofrer de mim?
Que passo, que decisão,
Para parar de viver assim?
Não quero escolhar involuntárias que me tiram o sono.
Sinto-me uma folha frágil, que cai ao chegar do outono.
A paixão vem, a perdição também,
Mas, quando o ardor vai, a dor vai também.
Nenhum comentário:
Postar um comentário