É com muito pesar que vivo
Num mundo de tantas nojeiras,
Onde o descaso anda ativo
E a violência corre por nossas veias.
É estranho viver num mundo desigual,
Onde só resta a desesperança da humanidade
Diante de sua própria personalidade,
Enquanto a felicidade anda desproporcional.
A floresta queima, o verde morre;
Tantos juntam tanto ouro
Para comprar suas peças de couro,
E o sangue impuro por nossas veias percorre.
Em tempos modernos, tudo é consumismo;
Tantos juntam tanto dinheiro
Para comprar seu carro maneiro,
E tudo que enxergamos é puro egoísmo.
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